segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Uma notinha sobre "A Menina que Roubava Livros"




Finalmente acabei de ler. Mas não quero que esse "finalmente" dê a idéia de que eu estava ansiosa para acabar, o que não é verdade. Quer dizer, claro que eu queria saber o que acontecia no final e tudo, mas depois de tanto tempo não queria me separar dos personagens. Tanto é que depois de acabado eu ainda não consegui guardar o livro, estou deixando ele "por aí" para ter a impressão de que a qualquer momento vou pegar pra ler de novo. Não quero jogar Liesel, Hans e Rudy no "limbo da estante" porque eu ainda estou lembrando deles a toda hora, como daquela comida cujo gosto vem à boca a todo momento num dia em que você comeu demais. Sei que a comparação é meio nojenta, mas é exatamente assim que acontece comigo quando eu gosto de uma história. E pode ter certeza de que essa valeu cada uma das suas quase 500 páginas. Que livro lindo! Que escritor sensível e brilhante! Estou maravilhada.
Alguns podem achar que eu demorei demais pra ler (nem sei quanto, mas mais de 6 meses), eu prefiro achar que saboreei o livro palavra por palavra, e vagarosamente para não me empanturrar. Havia momentos em que eu tinha que parar, às vezes dias a fio, porque ficava exausta emocionalmente pelos sentimentos que ele me despertava. Em outros momentos, eu começava a ler outro livro e acabava me desconectando um pouco da história. Em outros era pura preguiça mesmo. Além disso, benza Deus, era página pra ninguém botar defeito!
Mas enfim, esta que devia ser apenas uma notinha, que eu vou fazer ao estilo do livro, era para dizer o seguinte:


UMA NOTINHA SOBRE O LIVRO

Esse era um livro que Liesel adoraria ter roubado.

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