No ano do bicentenário da primeira compilação de histórias populares lançadas pelos irmãos Grimm, uma onda de releituras toma as histórias tão conhecidas de nossa infância por causa dos livros e filmes da Disney. Essa onda traz histórias muito mais parecidas com as originais, devo dizer, já que nos livros dos Grimm, elas eram bem diferentes dessas com princesas frágeis e finais politicamente corretos.
Tudo bem, a gente já viu a Branca de Neve morder a maçã envenenada pelo menos uma centena de vezes, mas ultimamente parece que o pessoal anda querendo dar uma cara nova à cena que marcou tantas infâncias. O filme Branca de Neve e o Caçador faz parte de uma nova safra de filmes, séries e livros com novas versões dos contos de fada clássicos. Dessa onda também fazem parte, entre outros, as séries Grimm e Once Upon a Time, das quais sou fã, especialmente da última, mas que ficam para outro post.
No filme estrelado por Kristen "Bella" Stewart e Chris "Thor" Hensworth, as mulheres são o foco e o amor, quem diria, fica em segundo plano. Um pouco frustante, devo dizer, porque, né? Ela é a Bella. Até na vida real a gente quer vê-la nos braços do príncipe (mesmo depois de ela ter posto chifres horrendos nele!), mas é muito interessante algo tão importante na versão Disney, ou seja, a presença masculina, ter sido deixado de lado.
Branca de Neve conta com a ajuda do Caçador, dos anões, do príncipe e de mais um monte de gente pra vencer a Rainha Ravena, porque na vida real a gente não faz mesmo nada sozinha, mas, no final, a batalha é dela. É ela que se enche de força e coragem e faz o que tem que fazer. Sou particularmente fã de Girl Power!
Outra figura interessante é a Rainha, mesmo se chamando Ravena e vivendo cercada de corvos (raven, em inglês), ela é linda (Charlize Theron, vulgo, a maluca que deixou Stuart Thousand) e tão má, que quando ela está em cena não dá pra tirar os olhos dela. Você quer muito saber o que a deixou assim e, nesse ponto, o filme é meio falho, porque eu queria que se desenvolvesse melhor a história dela.
Mas, enfim, mesmo sem direito a final romântico, o filme é uma graça e vale a pena dar uma olhada.
Branca de Neve conta com a ajuda do Caçador, dos anões, do príncipe e de mais um monte de gente pra vencer a Rainha Ravena, porque na vida real a gente não faz mesmo nada sozinha, mas, no final, a batalha é dela. É ela que se enche de força e coragem e faz o que tem que fazer. Sou particularmente fã de Girl Power!
Outra figura interessante é a Rainha, mesmo se chamando Ravena e vivendo cercada de corvos (raven, em inglês), ela é linda (Charlize Theron, vulgo, a maluca que deixou Stuart Thousand) e tão má, que quando ela está em cena não dá pra tirar os olhos dela. Você quer muito saber o que a deixou assim e, nesse ponto, o filme é meio falho, porque eu queria que se desenvolvesse melhor a história dela.
Mas, enfim, mesmo sem direito a final romântico, o filme é uma graça e vale a pena dar uma olhada.

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