Anos atrás, na época em que o filme Jogos Vorazes estava para ser lançado e a popularidade dos livros era cada vez maior, lembro-me de ter lido uma resenha que dizia que essa era a franquia que viria para substituir Crepúsculo no coração dos adolescentes. É claro que o texto falava sobre popularidade e apelo, não sobre conteúdo, mas, mesmo assim, a comparação me deixou com uma impressão equivocada da trilogia escrita por Suzanne Collins: a de que tratava-se essencialmente de uma história de amor.
Nada poderia estar mais longe da verdade, porque embora haja um par romântico, Jogos Vorazes não é a história de amor entre Peeta e Katniss, mas, sim, do amor dele por ela e do dela pela irmã, Prim. Essas são as duas forças que movem todos os acontecimentos e a maneira como eles se desenrolam.
O amor de Peeta é inequívoco e incompreensível desde o começo, ao menos para nós, leitores, mas Katniss leva anos para entendê-lo e chegar perto de uma correspondência, ainda assim, não exata. Isso pode ser meio frustrante para as pessoas românticas, mas é totalmente coerente com a pessoa dura que ela precisou se tornar e com sua quase total inabilidade com sentimentos.
Katniss é forte e habilidosa, graças aos ensinamentos de seu falecido pai e a suas atividades de caça ao lado do amigo-que-quer-ser-namorado, Gale. Ambos precisam disso para sobreviver e alimentar suas famílias, o que significa que, preocupada com coisas mais urgentes como não morrer de fome, a moça não teve muito tempo de desenvolver sua sensibilidade e habilidades sociais. Resumindo: se você é aquele tipo de pessoa que adora uma mocinha em perigo você pode gostar do Peeta, essa não é a saga para você. Mas se o seu negócio é ação, girl power e personagens fortes, senta aqui do meu lado e vamos conversar sobre uma trilogia magnificamente construída, capaz de te fazer refletir sobre opressão, diferenças sociais e a importância das coisas essenciais que, muitas vezes, tomamos como garantias.
Os livros me emocionaram, surpreenderam, alegraram, revoltaram, enterneceram e entristeceram, tudo na mesma medida. Só por isso eu já recomendaria, porque história boa tem mesmo que mexer com os recônditos de nossa alma. Quer dizer, você ama os personagens quase tanto quanto pode sentir ódio deles às vezes, mas jamais permanece indiferente ao seu destino.
Então, sim, vale a pena cada sofrimento que me fez querer mandar uma cartinha malcriada para a Dona Collins. Cada página que quem não conhece, ou apenas assistiu aos filmes, deve ler para entender a infinidade de nuances que as versões cinematográficas deixaram escapar. E também, mas principalmente, porque são ótimos livros.
NOTA PARA OS PREGUIÇOSOS: Agora, bem, recomendação feita, vou dividir o post para os preguiçosos de plantão. Daqui para a frente, vou fazer um resumo breve da história e destacar algumas coisas que achei marcantes em cada um dos livros. Se você já está convencido, ou não está mas cansou de ler, pode parar por aqui, porque a resenha mesmo já acabou.
Então, sim, vale a pena cada sofrimento que me fez querer mandar uma cartinha malcriada para a Dona Collins. Cada página que quem não conhece, ou apenas assistiu aos filmes, deve ler para entender a infinidade de nuances que as versões cinematográficas deixaram escapar. E também, mas principalmente, porque são ótimos livros.
NOTA PARA OS PREGUIÇOSOS: Agora, bem, recomendação feita, vou dividir o post para os preguiçosos de plantão. Daqui para a frente, vou fazer um resumo breve da história e destacar algumas coisas que achei marcantes em cada um dos livros. Se você já está convencido, ou não está mas cansou de ler, pode parar por aqui, porque a resenha mesmo já acabou.
A história acontece em Panem, uma versão distópica da América do Norte, que se encontra dividida em 12 distritos extremamente pobres e a Capital opulenta que os controla. Panem é, na verdade, um nome bastante sugestivo: vem de Panem et Circensis ou Pão e Circo, comida para os Distritos famintos e entretenimento para a população profundamente alienada da Capital, tudo isso fornecido através dos Jogos Vorazes, espécie de reality show concebido por gente muito, muito estranha.
Anualmente, como punição por uma rebelião em que o Distrito 13 foi destruído e os demais subjugados, todos os Distritos têm que oferecer um par de Tributos. Um casal de jovens entre 12 e 18 anos que é sorteado em cada localidade e mandado para uma arena onde se enfrentam, e a outros tantos perigos, até que apenas um sobreviva. O vitorioso volta para casa com profundas sequelas emocionais honras e riquezas, além de uma ano de relativa fartura de alimentos para a população de seu Distrito de origem.
Os objetivos são claros: humilhar os Distritos e mantê-los divididos através da rivalidade nos Jogos. Dessa maneira, uma nova rebelião não se forma e a população da Capital tem sua distração, mantendo-se sempre alheia às profundas desigualdades sociais e à opressão de que os distritos são vítimas. É a fórmula perfeita, pelo menos até um fato tão corriqueiro quanto inesperado mudar as regras do jogo.
Katniss Everdeen, a tributo do 12 que se ofereceu para tomar o lugar da irmãzinha sorteada, e Peeta Melark, o garoto que se declarou apaixonado por sua companheira de distrito, geram uma comoção e um dilema: ao mesmo tempo que os telespectadores torcem por um romance entre os dois, sabem que apenas um deles pode sobreviver. Pior do que isso, a situação pode chegar a tal ponto em que só sobrem os dois numa disputa final até a morte.
Inadvertidamente, Katniss e Peeta injetam humanidade aos tributos, e a população já não consegue enxergá-los da mesma maneira. Não são gladiadores, mas, sim, adolescentes apaixonados, pessoas recém-saídas da infância e que deveriam ter um vida pela frente. Aproveitando-se disso, Haymitch (vulgo: o melhor personagem dessa bagaça), o mentor do 12, manipula as probalidades e os patrocinadores, tornando cada vez mais palpável uma vitória inimaginável (e põe inimaginável nisso!) para o frágil e empobrecido Distrito 12. Mas resta o problema: qual dos dois tributos sobreviverá? A caçadora habilidosa e determinada, ou o garoto sensível com a capacidade de influenciar multidõespatrocinadores com suas palavras? May the odds be ever in your favor! (Entendedores entenderão.)
O caso é que, em meio a essa confusão toda, Katniss acaba se tornando um símbolo de união entre os Distritos, uma esperança de revolução, o Tordo.#NossoLíderOTordo Justo ela, que só queria mesmo salvar a própria pele e a das pessoas que ama. Pois é, Catnip, ninguém disse que salvar a Prim requereria podereres de super-heroína. Agora, aguenta!
Observações pertinentes:
Digamos que Katniss não é a pessoa mais fácil de se gostar. Ela é fria, desconfiada e seca. Como narradora, com tudo visto pelos olhos dela, mas ao mesmo tempo através de sua percepção rasa, tem hora que ela faz a gente se revoltar um pouco.
Mas em Jogos Vorazes há um cena que define a personagem para mim e me faz compreendê-la e redimi-la. Já na Capital, em um de seus primeiros encontros com seu estilista Cinna (personagem adorável, aliás), ele aperta um botão e uma refeição deliciosa surge de um compartimento como mágica. Katniss fica pensando em todo o esforço que teria que fazer para conseguir uma refeição ao menos semelhante àquela, e se questiona sobre o que faria com seu tempo se não tivesse que caçar para comer e alimentar a família. Acho essa questão terrível, um tapa na cara, porque ela mostra que todos os nossos sentimentos, todos os traços mais sensíveis e complexos de nossas personalidades, só podem se desenvolver porque não temos que nos preocupar com as coisas mais basais. Resumindo, a gente só pode se preocupar com "frescuras" porque tem um teto sobre nossas cabeças e a garantia de comida sobre nossas mesas. Não consegui mais criticar a "insensibilidade" da Katniss depois disso. Ponto.
Em Chamas é o mais legal dos três. Os novos personagens são muito interessantes, em especial Johanna e Finnick. Aqui a gente consegue vizualizar a profundidade das desigualdades sociais com muito mais força, porque é quando Katniss e Peeta visitam os Distritos e frequentam a alta roda na Capital. Destaque para uma cena em que eles descobrem que um das bebidas servidas num banquete épico é, na verdade, um "esvaziador de estômago", ou seja, algo para fazer os convivas vomitarem para poderem comer mais. Quantas vezes desejarem. Quase fui eu que pus tudo para fora nessa hora, só que por uma razão diferente.
A Esperança é um livro duro com nosso emocional. Coisas terríveis e decisivas acontecem, inclusive, quase no fim, algo que fez muita gente amaldiçoar a autora. Só que eu achei totalmente coerente com a proposta. Não há um final feliz. Nem triste. Há um final. Revoltante em alguns momentos, sim. Positivamente surpreendente em outros, também. Mas verossímil até a última palavra. Não dava para Katniss sair ilesa de tudo o que passou e ir ter um final de "mulherzinha". Há sequelas físicas, emocionais e psicológicas que os personagens terão que carregar para sempre. Mas isso é apenas lógico depois de tudo o que aconteceu com eles. Então lembrem-se da palavra coerência quando estiverem afiando a faca para cortar os pulsos. Sem mais. Mentira, tem mais. Eu também queria que uma certa coisa não tivesse acontecido, mas sem isso Katniss não sofreria com tanta força o impacto que a fez agir do jeito que agiu no fim de tudo. Então sejam compreensivos e apreciem a maneira bem amarrada como tudo se desenrola.
Só mais umas coisas:
1 - Rue. Vocês vão saber do que estou falando. Ai, ai...
2 - Buttercup. Because I'm a cat person. (Besides being a dog person.)
3 - Haymitch Abernathy. Tenho um fraco por personagens de caráter ambíguo, desses que a gente ama e odeia com a mesma intensidade. São eles os únicos com o cinismo necessário para fazer o que é preciso. E não ligam de carregar o fardo de serem odiados pelos ingênuos. Amo. Haymitch é o cara. The end.
The end mesmo, na verdade. Acho que já deu.
May the odds... é, aquela coisa toda. Boa sorte na leitura e me contem o que acharam.
Inadvertidamente, Katniss e Peeta injetam humanidade aos tributos, e a população já não consegue enxergá-los da mesma maneira. Não são gladiadores, mas, sim, adolescentes apaixonados, pessoas recém-saídas da infância e que deveriam ter um vida pela frente. Aproveitando-se disso, Haymitch (vulgo: o melhor personagem dessa bagaça), o mentor do 12, manipula as probalidades e os patrocinadores, tornando cada vez mais palpável uma vitória inimaginável (e põe inimaginável nisso!) para o frágil e empobrecido Distrito 12. Mas resta o problema: qual dos dois tributos sobreviverá? A caçadora habilidosa e determinada, ou o garoto sensível com a capacidade de influenciar multidões
O caso é que, em meio a essa confusão toda, Katniss acaba se tornando um símbolo de união entre os Distritos, uma esperança de revolução, o Tordo.
Observações pertinentes:
Digamos que Katniss não é a pessoa mais fácil de se gostar. Ela é fria, desconfiada e seca. Como narradora, com tudo visto pelos olhos dela, mas ao mesmo tempo através de sua percepção rasa, tem hora que ela faz a gente se revoltar um pouco.
Mas em Jogos Vorazes há um cena que define a personagem para mim e me faz compreendê-la e redimi-la. Já na Capital, em um de seus primeiros encontros com seu estilista Cinna (personagem adorável, aliás), ele aperta um botão e uma refeição deliciosa surge de um compartimento como mágica. Katniss fica pensando em todo o esforço que teria que fazer para conseguir uma refeição ao menos semelhante àquela, e se questiona sobre o que faria com seu tempo se não tivesse que caçar para comer e alimentar a família. Acho essa questão terrível, um tapa na cara, porque ela mostra que todos os nossos sentimentos, todos os traços mais sensíveis e complexos de nossas personalidades, só podem se desenvolver porque não temos que nos preocupar com as coisas mais basais. Resumindo, a gente só pode se preocupar com "frescuras" porque tem um teto sobre nossas cabeças e a garantia de comida sobre nossas mesas. Não consegui mais criticar a "insensibilidade" da Katniss depois disso. Ponto.
Em Chamas é o mais legal dos três. Os novos personagens são muito interessantes, em especial Johanna e Finnick. Aqui a gente consegue vizualizar a profundidade das desigualdades sociais com muito mais força, porque é quando Katniss e Peeta visitam os Distritos e frequentam a alta roda na Capital. Destaque para uma cena em que eles descobrem que um das bebidas servidas num banquete épico é, na verdade, um "esvaziador de estômago", ou seja, algo para fazer os convivas vomitarem para poderem comer mais. Quantas vezes desejarem. Quase fui eu que pus tudo para fora nessa hora, só que por uma razão diferente.
A Esperança é um livro duro com nosso emocional. Coisas terríveis e decisivas acontecem, inclusive, quase no fim, algo que fez muita gente amaldiçoar a autora. Só que eu achei totalmente coerente com a proposta. Não há um final feliz. Nem triste. Há um final. Revoltante em alguns momentos, sim. Positivamente surpreendente em outros, também. Mas verossímil até a última palavra. Não dava para Katniss sair ilesa de tudo o que passou e ir ter um final de "mulherzinha". Há sequelas físicas, emocionais e psicológicas que os personagens terão que carregar para sempre. Mas isso é apenas lógico depois de tudo o que aconteceu com eles. Então lembrem-se da palavra coerência quando estiverem afiando a faca para cortar os pulsos. Sem mais. Mentira, tem mais. Eu também queria que uma certa coisa não tivesse acontecido, mas sem isso Katniss não sofreria com tanta força o impacto que a fez agir do jeito que agiu no fim de tudo. Então sejam compreensivos e apreciem a maneira bem amarrada como tudo se desenrola.
Só mais umas coisas:
1 - Rue. Vocês vão saber do que estou falando. Ai, ai...
2 - Buttercup. Because I'm a cat person. (Besides being a dog person.)
3 - Haymitch Abernathy. Tenho um fraco por personagens de caráter ambíguo, desses que a gente ama e odeia com a mesma intensidade. São eles os únicos com o cinismo necessário para fazer o que é preciso. E não ligam de carregar o fardo de serem odiados pelos ingênuos. Amo. Haymitch é o cara. The end.
The end mesmo, na verdade. Acho que já deu.
May the odds... é, aquela coisa toda. Boa sorte na leitura e me contem o que acharam.





Hellois! =D
ResponderExcluirCá venho eu, dar uma lida na sua resenha pra ver o que faço da vida: leio ou não leio Jogos Vorazes?
E adivinhe só: você me cantou e me levou. Onde eu clico pra comprar as obras?
E ah, sarcasmo! Esse humor inteligente. Senti sua falta, seu lindo. Vem cá, passe a noite com a minha pessoa, sim?
Bom, acho que THG meio que junta um pouco daquilo que eu gosto, que consiste em moças duronas (Katniss) e derretidas (Peeta). E, claro, tem o Gale que eu ainda preciso ver onde se encaixa no fim disso tudo.
Confesso que, com suas considerações sobre cada um dos livros, já me deu vontade de ir ali no chat e pedir um spoiler bem específico: o Peeta morre? Porque assim... eu já estava shippando. =/
Mas não me conte, depois de ler essa resenha, ela me instigou o bastante pra que THG esteja no topo da minha lista de próximas aquisições.
Eu amei, Mai. Simplesmente perfeito esse texto, como sempre.
A gente se vê por aí. XOXO
Então, o Gale se encaixa na categoria das moças duronas, em alguns momentos até de mais. Só que, mais uma vez, coerência é palavra chave, e a gente tem que levar me consideração o que ele passou antes. Mais do que isso, eu realmente não vou dar spoiler. Não sou dessas U_U
ExcluirE, vem cá, vc está me cantando? "Vem cá, passe a noite com aminha pessoa, sim?" Quer saber? Sim. Eu passo. Sua cantada funcionou pq tu é linda e MINHA (kkkkk, só vc vai entender essa, o resto das pessoas vai achar que temos um caso!) Tem pizza?
Beijos, Eve. Obrigada por vir.
O que eu posso dizer? É uma das sinteses analíticas melhores que já vi, e estou sendo imparcial nesse comentário, Mai, eu juro! Agora, falando da forma como você expôs tudo, mas sem imparcialidade, voê não cansa de me deixar estasiada quando leio algo seu. Escreva um receita de bolo ou que quer que seja um dia desses e dê para eu ler, se essa sensação continuar se repetindo só posso dizer que você faz algum feitiço especial com as palavras, intencionalmente ou não. Ficou ótimo o texto. De verdade. Muitíssimo feliz que esta tenha sido uma história capaz de te preencher com emoções bem medidas e realidade.
ResponderExcluirAgora, bem vida ao clube dos admiradores de Suzanne Collins.
PS: Só por curiosidade, alguma vez ouviu falar no desenho "O Pequeno Urso"? Se sim, o que achou? É só pra dizer... Suzanne escreveu vários dos roteiros. :3 <3
Oi, Dany! Que saudade! Então, receita de bolo não sei se rola, pq sou tão boa cozinheira quanto alpinista kkkkk Mas eu agradeço os elogios que sempre pegam meu coração em cheio e te convido a dar uma olhada nos capítulos postados de CD2 e ELS. Sem pressa, mas passa lá :D
ExcluirNão, eu nunca assisti ao Pequeno Urso, mas já ouvi falar. Deve ser legal.
Obrigada pelo comentário e por me proporcionar a leitura desses livros com seu presente atencioso e adorável.
Ah... Foi um prazer, Mai! A propósito,ficou lindo o novo layout!
ExcluirObrigada :3
ExcluirContinua contando mais !
ResponderExcluirDeu até vontade de entrar no livro e ver de perto tudos esses acontecimentos
Oi, Anônimo, que bom que passoupor aqui, seja vc quem for.
ExcluirOlha, não dá pra contar mais sem revelar coisas sobre o enredo e, acho eu, que a graça está na surpresa.
Mas por que você não entra mesmo nos livros? Comece a leitura, acho que vc vai gostar.
Olá, querida! Como sempre, excelente texto. Eu já não tinha vontade de ler essa trilogia pelo que me falavam. Agora, então, menos ainda! kkkk.
ResponderExcluirNão faz meu estilo. Mas gostei de conhecer um pouco mais.
Beijinho
Beth Stephens
Pensando bem, uma resenha não precisa necessariamente incentivar as pessoas a lerem, né? Ela serve, em primeiro lugar, para esclarecer o leitor em potencial se o livro vale a pena para ele ou não. Nesse caso, sinto-me duplamente competente, porque incentivei alguns a lerem e fiz você confirmar sua impressão de que não é o tipo de livro de que gostaria. Falemos de faca de dois gumes bem afiados, hein! kkkkkkk
ExcluirObrigada por vir e pela força de sempre para tudo o que escrevo <3
Oi, Maira!
ResponderExcluirÉ a Olivia. Digo... Ana. Bem... Tanto faz!
Cheguei ao seu blog pela indicação da Eve (of course, hehehe) e, menina... ESTOU APAIXONADA!
Primeiro porque eu simplesmente AMEI o design dele como um todo. Segundo porque está tocando Queen nesse momento. E "Who wants to live forever" no meu ouvindo me seduz. Terceiro porque essa é a primeira resenha que eu leio sua, mas ela já foi suficiente para saber que... Mulher, você sabe resenhar! hahaha
Okay, isso não fez muito sentindo... Mas enfim, adorei o modo como você passou suas impressões, e claro, o modo como você escreve!
Quanto a trilogia: Já li o primeiro livro (e gostei) um tempo atrás, e já vi o primeiro e o segundo filme. Devo dizer que a sua resenha me convenceu a saber o resto da história, me deixou com saudades e me fez querer sair correndo pelo segundo e terceiro livro!
(WE WILL ROCK YOU - sim. Está tocando agora... Só para compartilhar mesmo!)
Anaaaa! Que prazer tê-la aqui, Agente Dunham.
ExcluirSabia que você foi a primeira pessoa a comentar sobre a existência da playlist? Emocionei agora.
E vem aqui e me dá um abraço porque Who Wants to Live Forever é uma das minhas músicas preferidas desde que Queen se revezava com o Fofão no toca-discos lá de casa. (E assim, do nada, a pessoa entrega que é mais velha que a pedra kkkkk Shh!)
Quanto a saber resenhar, não levo jeito para resenhar quadradinhas, mas brisas (como diz nossa amiga em comum) são especialidade de casa. Se gostar do prato, volte sempre,
Leia, sim. Se vc gostou do primeiro vai curtir os outros também.
(We will rock you me deixa feliz <3 )