quinta-feira, 19 de abril de 2012

Guerreiro - vale a pena lutar pela família


Há muito tempo não via um filme de que eu gostasse tanto!
Guerreiro é um filme que ataca (sem trocadilho!) em várias frentes. É um filme que fala de amor, de família, de alcoolismo, do que significa ser pai, dos irmãos que temos e dos que escolhemos... e... de MMA!
Isso mesmo, esse é um filme de família para quem gosta de filme de porrada. Porrada sensível. Só não confundir sensível com delicado. Para quem vai ver o filme só pelas lutas não deve se decepcionar: há muitos socos, chutes, voadoras, imobilizações, olhos roxos, ossos quebrados... Enfim, tudo que um bom filme de luta precisa. Ou seja, porrada sensível, mas bem dada. Eu sei, não faz muito sentido, mas você vai ver que eu não estou errada. Vamos à história.

Dois irmãos que não se veem nem se falam há 14 anos percorrem, inadvertidamente, caminhos diferentes que os levam ao mesmo destino: a final de um campeonato de MMA com o sugestivo nome de Sparta, onde o que está em jogo é um prêmio em dinheiro que pode desfazer grandes nós na vida de ambos.
O irmão mais velho, Brendan, é um "comportado" professor de física que, nas horas vagas se envolve em lutas clandestinas para ajudar no sustento da família. Brendan é também o pai dedicado de duas belas menininhas. Já Tommy, o mais novo, é um ex-fuzileiro naval e herói de guerra com um passado triste, nebuloso e carregado de raiva.
O estilo de luta bem diferente de cada um dos irmãos simboliza a personalidade deles e tudo vai culminar na luta final que é, obviamente, o grande clímax da história.
Além deles, também está rondando o octógono o pai deles, que está no campeonato como o treinador de Tommy, mas também está, como o resto dessa família arruinada, catando seus pedaços e tentando se recompor como indivíduo e como pai. Cada um dos membros da família Conlon é um guerreiro à sua maneira, mas quem é que ganha o prêmio? Até parece que eu vou contar.

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