segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Rostos Incríveis: Andy Withfield

Você já se pegou sentindo-se incapaz de tirar os olhos de alguém? E não, leitor romântico e sonhador,  não estou falando de estar apaixonado ao estilo Damien Rice. Não falo nem mesmo de ficar observando uma pessoa por quem nos sentimos atraídos. Nada disso. Nem sequer estou falando de pessoas bonitas, embora algumas das que aparecerão aqui serão, de fato, belas. Ainda assim, nessa seção, a beleza será apenas uma coadjuvante.
O que eu estou falando, na verdade, é da pura contemplação estética de algo singular, de olhar para um rosto e achá-lo incrível, inconfundível, único, irrepetível.
Bom, leitor, eu não sei você, mas eu faço muito isso de ficar estudando o rosto dos outros. Tudo bem, eu sei, shame on me, mas... Eu era daquele tipo de criança inconveniente que fica encarando os outros na igreja, no restaurante, na fila do supermercado... Hoje em dia, já não tenho a cara de pau de manter o contato visual constrangedor, mas continuo observando.
Vira e mexe me flagro tendo que desgrudar a custo o olhar de um rosto desses que faz a gente querer saber desenhar. A sorte maior é que quando esse rosto está na televisão, não preciso parar de olhar e posso ficar estudando-o até entender o que o faz tão singular pra mim.
Aí, claro, como eu não sei desenhar, acabo querendo transformar tudo em palavras, por isso decidi inaugurar nova seção, Rostos Incríveis, onde pretendo colocar fotos e comentários sobre esses rostos de traços adoráveis e únicos que me encantam. 
Bem, como eu disse em outro post, estou no modo Spartacus on (Yeah, baby! War of the Damned! Spread word), por isso decidi começar com Andy Withfield, o Spartacus de Blood and Sand.


Infelizmente, Andy não está mais entre nós. Em 11/09/2011, ele sucumbiu a um linfoma ~suspiro profundo e sentido~. Vou te poupar da parte em que digo que ele se foi lutando bravamente, porque, se tem uma coisa que eu aprendi com esse personagem pelo qual me apaixonei (graças ao Andy), é que não existe outro modo de lutar. A série continua, Andy foi substituído por Liam Mcintyre, que faz um Spartacus esplêndido, mas eu sinto falta do Andy toda vez que o personagem sofre, planeja seus ardis ou é acometido por um ataque de fúria berseker. Eu adoro o Liam, ele faz uma excelente expressão sangue no "zóio", mas ninguém faz um olhar berseker melhor do que o do Andy.

Enfim, mas agora voltando ao porquê eu acho o rosto dele tão interessante e encantador. Se você reparar bem, vai ver que o rosto desse galês é inteiro composto por Vs (rimou, rsrs). O queixo, o maxilar, os ossos da bochecha, o nariz, as sobrancelhas, tudo nele parece um bando de pássaros de asas espalhadas em pleno voo. Os olhos são pequenos, puxados, cerrados como se estivessem permanentemente voltados para o sol e são de um azul penetrante e intenso. Coroa tudo o lábio superior ser apenas ligeiramente maior que o inferior, que é um traço que, em geral, produz expressões, sorrisos e esgares interessantíssimos. Fazer o quê? Eu gosto de esgares interessantes!

Então, por tudo isso e porque quando estreia temporada nova eu fico com saudade daquele Spartacus mais sofrido, mais doido e mais safo do começo da história, Andy está aqui inaugurando essa seção. Espero que gostem e que encontrem rostos interessantes ao seu redor com frequência. Até mais, fellow rebels.




PS: Se você nunca assistiu a série, nem pretende começar, clique  aqui para 20 segundos de fúria berseker. Mas, sério, o episódio Kill Them All, que é o último de Blood and Sand (e também o último que traz Andy como Spartacus) vale a pena. Pensa num season finale fodástico, apoteótico e épico... É esse. 

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