quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Spartacus e a arte de consolar viúvas


Le eu assistindo o episódio 3.02  de Spartacus (Wolves at the Gate), orgulhosa de meus rebeldes, porque agora eles têm uma cidade inteira para si com direito a portões e tudo, quando, de repente, me acontece uma dessa:


Laeta, a mulher com quem Spartacus esteve de mimimi, observa pesarosa o cadáver do marido cuja goela foi impiedosamente atravessada pela espada de meu amado gladiador sangue no “zóio”. Os rebeldes comemoram a tomada da cidade onde ela morava, enquanto a coitada lamenta o fim da vida como ela a conheceu.
Sujo de sangue do zóio da cabeça aos pés, Spartacus se aproxima e solta essa:
- Ver uma pessoa amada ter sua vida roubada é muito difícil. Algo feito sem remorso a mim pelos romanos muitas vezes. Não é conforto, mas saiba que eu carrego todo o peso de sua perda.
A viúva olha para ele com uma expressão que diz:
“Eu me apaixonei por você no instante em que te vi, afinal, eu nem gostava muito desse marido. Mas depois você o matou junto com 99% dos habitantes da minha cidade e eu achei que você era um monstro. Agora você vem me consolar e eu não consigo decidir se você é gostoso ou se é Hades encarnado!”
(le esquisita dando mole)

Então ele olha bem nos olhos dela e diz:

- Acorrentem-na!

And...
.
.
.
... the moment is over!

E eu não sei se rio de tanta canastrice, se fico com pena da moça, se xingo o Spartacus por estar de gracinha com uma romana ou se acho que ele é o maior badass de todos os tempos.

Penso um pouquinho, mas é tarde demais, eu amo esse personagem muito mais do que jamais conseguiria odiar. He´s the bringer of rain, for the gods sake! So...

Badassery wins!

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